1.... 70% das mulheres nunca gozaram com parceiros
Eis o resultado de uma pesquisa da Universidade de Chicago
(EUA). Então, se ainda não chegou lá, tranquilize-se, pois não está sozinha.
"A sexualidade feminina trabalha mais como resposta do que impulso",
diz a ginecologista Denise Coimbra. Logo, o primeiro passo é saber o que a
excita.
2. Um orgasmo pode gerar descarga elétrica de até 244 mV
(milivolts)
Uma baita descarga de energia - a energia de cinco orgasmos
acenderia uma lâmpada! - seguida de contrações musculares involuntárias, em
especial na genitália. Sem contar o aumento dos batimentos cardíacos, a
aceleração da respiração e a intensa sensação de prazer. Assim é o orgasmo, que
dura de oito a dez segundos.
3. Orgasmo na cabeça
Para Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan de
Sexualidade, clímax é um fenômeno mais psicoemocional que fisiológico. O
estímulo ocorre na vagina, mas a sensação se dá no corpo todo. Assim, o que a
impede de chegar lá geralmente são questões psicológicas. Os vilões? Ansiedade,
medo e falta de concentração.
4. Clitoriano ou vaginal?
O clitoriano é mais intenso e rápido. O vaginal, embora
menos intenso, dura mais. Isso porque o clitóris é uma área muito sensível, que
responde mais rapidamente ao estímulo. O vaginal, por sua vez, exige estímulo
constante e prolongado até a região ficar bem excitada. Fisiologicamente, no
entanto, os dois orgasmos são iguais. Ou seja, uma resposta física e
psicológica a estímulos eróticos.
5. Sim, mulher demora mais
Para que o homem fique excitado, seu organismo precisa
bombear sangue para o pênis. "O corpo da mulher funciona de forma
parecida, mas como nosso órgão sexual é mais complexo, precisamos de mais tempo
para isso acontecer", explica Maria Helena Vilela. A excitação masculina é
linear, cresce e atinge o ápice rapidamente. A da mulher é difusa; por isso,
exige mais tempo e concentração.
6. Ela teve 222 orgasmos consecutivos!
A autora da façanha é uma dinamarquesa. Ficou com inveja?
Apesar de incomum, orgasmo múltiplo é possível. Afinal, não precisamos de muito
tempo para nos recompormos após atingir o clímax. Se o estímulo continuar,
podemos gozar de novo. Mas a psicóloga e educadora sexual Laura Muller avisa:
só 10% das mulheres nascem com predisposição para orgasmos múltiplos.
7. A ejaculação feminina não é lenda
Não há muitas pesquisas sobre o tema e poucas mulheres
conseguem ejacular - mas o fenômeno é real. Nele, a mulher libera, pela uretra,
um líquido transparente e sem cheiro. "Para isso é preciso ficar muito
excitada por um longo período", explica Maria Helena Vilela. Alguns
especialistas assinalam que a ejaculação está ligada ao estímulo no ponto G,
localizado cerca de 2 a 3 cm a partir da entrada da vagina.
8. Cochilo pós-coito é uma necessidade masculina
A mulher pode demorar mais para gozar, mas em minutos está
pronta para outra. Já o homem necessita de mais tempo para se excitar novamente
após o clímax, pois seu organismo demora mais para se recuperar do gasto
energético e da descarga do hormônio endorfina. O fenômeno explica porque,
depois da transa, os rapazes costumam sentir sono - é o corpo se recuperando.
9. Ovários e útero não interferem no orgasmo
Mulheres que retiram útero e ovários têm tanta capacidade de
chegar lá quanto as outras. "Não há relação com órgãos, apenas com
hormônios, que alteram tanto a libido quanto a intensidade do orgasmo",
afirma a ginecologista Denise Coimbra.
10. Ahhhh... Que remedinho bom!
Ter um orgasmo queima calorias, favorece o metabolismo, faz
bem ao coração, melhora o sono e a função imunológica, alivia cólicas
menstruais e reduz o estresse. Efeitos colaterais? Possível dependência!
11. Homens podem ter orgasmo múltiplo
O orgasmo deles, em geral, vem seguido da ejaculação. Mas
clímax é diferente de gozo. Por isso, segundo Maria Helena Vilela, no sexo
tântrico (técnica ligada a uma filosofia indiana que trabalha com a energia
sexual), os homens podem ter orgasmo sem perder a ereção.
12. Retarda a dor
Durante o orgasmo, o corpo libera uma dose extra de
endorfina. "Além da sensação de bem-estar, o hormônio anestesia o
corpo", atesta Maria Helena Vilela. Explicada aquela dorzinha que você só
sentiu no dia seguinte? Foi a bendita endorfina!
13. A idade influencia
Na maturidade, as mulheres passam a se conhecer melhor,
tendo mais facilidade para chegar ao orgasmo. De outra parte, a menopausa
desregula os hormônios, prejudicando a libido. A boa notícia? Com o devido
acompanhamento médico, a menopausa perde a briga idade x sexo. E quem ganha é
você!
14. Garanta o seu!
Há maneiras naturais de prolongar a ereção masculina.
"Evite contato direto com o pênis se sentir que o parceiro está muito
perto do orgasmo", aconselha a sexóloga Maria Helena Vilela. Diminuir o
ritmo até que você esteja quase gozando também é um jeito de retardar a
ejaculação. Não deu para ele segurar? Então, peça ao gato que continue
estimulando você por meio de carícias.
15. A posição faz toda a diferença...
"A dica número um é escolher a mais confortável",
garante Laura Muller. No entanto, algumas favorecem o "ahhh"
feminino:
· Deite-se de barriga para baixo e peça para o parceiro
penetrá-la por trás.
· Sentada sobre ele, incline-se para trás.
· Deitada de barriga para cima, com uma almofada sob as
costas, eleve o quadril e deixe as pernas sobre os ombros do companheiro.

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